Entre os dias 25 e 29 de maio, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) promoveu a Semana Internacional da Tireoide. E a pandemia do novo coronavírus entrou em pauta, tendo em vista a necessidade de dar prosseguimento aos tratamentos de problemas nessa glândula, responsável por produzir os hormônios T3 e T4, fundamentais para o metabolismo e o bom funcionamento do corpo humano. O hipotireoidismo (baixa produção) e o hipertireoidismo (alta produção), em si, não são fatores de risco para a Covid-19. Mas alguns detalhes precisam ser observados com atenção.

Precauções
No caso do hipotireoidismo, o alerta fica para que os pacientes não mudem a marca da medicação utilizada. Caso a pessoa se infecte com o novo coronavírus e seja internada, deve avisar à equipe médica qual a marca e a dosagem que toma, para que o tratamento não seja interrompido.
Nódulos
A presença de um nódulo na tireoide chama a atenção, tendo em vista que em 20% desses casos são malignos (cancerígenos). Mas a maior de todas as recomendações, para todos os casos, segue sendo a mesma aplicada à sociedade em geral: redobrar o isolamento social.