Pessoas com doenças crônicas tem desfechos clínicos piores quando são infectadas pelo Novo Coronavírus

As estatísticas demonstram que pessoas idosas e com condições médicas crônicas, como diabetes e doenças cardíacas, têm mais riscos quando contraem a covid-19. Em um estudo chinês, feito com mais de 173 pacientes, que foram acometidos de maneira severa pelo coronavírus, 23% tinham hipertensão arterial e 16%, diabetes. No Brasil, a primeira vítima fatal do vírus foi um idoso com ambas doenças.

No Brasil, 73% dos pacientes com diabetes ainda estão fora de controle e o avanço dessa doença já é considerado uma epidemia global pela OMS, que estima que o diabetes tipo 2 teve crescimento próximo a 62% na última década, mas é a baixa adesão às terapias que impacta em complicações no coração e nos rins, causando hipertensão, insuficiência cardíaca e renal, e, em tempos de pandemia, podem prejudicar o paciente.

Sobre o diabetes

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia) que pode ser subdividida, principalmente, em dois tipos: o tipo 1, no qual há a deficiência de insulina, e o tipo 2, em que há a chamada resistência insulínica. No segundo tipo existe importante influência do aumento de peso e obesidade e o início da doença. Mas como tratar a doença? Além da adoção hábitos saudáveis, incluindo boa dieta e o abandono do sedentarismo com início de atividade física, em muitos casos, o paciente tem de recorrer à medicação. Para auxiliar no controle dos níveis de açúcar na corrente sanguínea, a ciência tem evoluído e testado formas diversas de tratamento, que varia de acordo com a necessidade individual.

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